o poeta devaneia
abraça apertado e beija
o vate é tímido
despudora ao selinho
o bardo é afoito
louco logo quer o coito
este que aqui descrevo
não sou eu, almejo
Charles Fonseca
o poeta devaneia
abraça apertado e beija
o vate é tímido
despudora ao selinho
o bardo é afoito
louco logo quer o coito
este que aqui descrevo
não sou eu, almejo
Charles Fonseca
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