1757. O objecto, a intenção e as circunstâncias constituem as três «fontes» da moralidade dos actos humanos. 1758. O objecto escolhido especifica moralmente o acto da vontade, conforme a razão o reconhece e o julga bom ou mau. 1759. «Não se pode justificar uma acção má feita com boa intenção» (42). O fim não justifica os meios. 1760. O acto moralmente bom pressupõe, em simultâneo, a bondade do objecto, da finalidade e das circunstâncias. 1761. Há comportamentos concretos pelos quais é sempre errado optar, porque a sua escolha inclui uma desordem da vontade, isto é, um mal moral. Não é permitido fazer o mal para que dele resulte um bem.
segunda-feira, julho 05, 2021
A MORALIDADE DOS ACTOS HUMANOS. Catecismo. ...1761
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