A CASA
Lenilde Freitas
Da porta principal à derradeira,
um corredor. Só o piso de madeira.
As portas laterais, trancadas.
Todas elas.
Pelas janelas,
fogem os fantasmas gerados na cumeeira.
Que mais?
Que mais?
Ah, sim: uma goteira, sangrando... sangrando...
sujando a casa inteira.
sexta-feira, junho 14, 2019
A CASA. Lenilde Freitas. Poesia.
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