TOM
Charles Fonseca
Toda vez leio seu nome
sinto um abalo no peito
brida da alma refeito
puxo a rédea que eu o dome
este amar enlouquecido
todo dia desconverso
não a amo eu convexo,
côncavo fico sofrido
esquecer seria bom
ótimo não mais sofrer
mais ou menos sem a ver
sem a ver eu perco o tom.
sábado, abril 20, 2019
TOM. Charles Fonseca. Poesia.
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