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Teologia da prosperidade, é ensino surgido nas primeiras décadas do século XX nos Estados Unidos da América, a partir da interpretação de alguns textos bíblicos como Gênesis 17.7, Marcos 11.23-24 e Lucas 11.9-10, que os que são verdadeiramente fiéis a Deus devem desfrutar de uma excelente situação na área financeira.[1][2][3]
Histórico
O pioneiro desse movimento foi o estado-unidense E. W. Kenyon, enquanto o maior divulgador foi Kenneth Hagin, que influenciou a muitos pregadores nos Estados Unidos que ganharam reconhecimento mundial, como Kenneth Copeland, Benny Hinn, David (Paul) Yonggi Cho, entre outros. A Partir dos anos 70 e 80, a teologia da prosperidadeLer nota:[4] se estendeu a muitos países, incluindo Portugal, onde se destacou Jorge Tadeu, fundador da Igreja Maná.
Ao longo dos anos esse ensino foi abraçada principalmente por igrejas neo-pentecostais. No Brasil, igrejas que não negam tal ensino são: a Igreja Universal do Reino de Deus, do Bispo Macedo; a Igreja Internacional da Graça de Deus, do Missionário R. R. Soares; os dissidentes da IURD, a Igreja Mundial do Poder de Deus, fundada pelo Apóstolo Waldemiro Santiago; também os dissidente da Igreja Universal, a Igreja Apostólica Renascer em Cristo, fundada pelo casal Estevam e Sônia Hernandes; além da Igreja Nacional do Senhor Jesus Cristo, de Valnice Milhomens.[5]
Defensores da teologia da prosperidade
Na história do movimento da prosperidade, Kenneth Hagin, Kenneth Copeland,[6] e Frederick K. C. Price foram alguns dos mestres que fundaram essa doutrina. Correntemente, alguns notáveis proponentes da teologia da prosperidade são:
Benny Hinn
Edir Macedo
Silas Malafaia
Morris Cerullo
Estevam Hernandes
Joel Osteen
Kenneth Copeland
Kenneth Hagin
Valdomiro Santiago
sábado, dezembro 15, 2012
Teologia da prosperidade
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