ESPERA
Charles Fonseca
De tanto mar à espera
ao tempo amar relento
a vagar fiz-me detento
do sonhar vivo em anelo
Do esperar já não morro
ar que respiro jasmim
verso catarse enfim
rio, contem-me o choro
Do que falta resta pouco
o só longe o fugidio
paz na alma e sorrio
versos vários vate louco.
sexta-feira, dezembro 14, 2012
Espera
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