sábado, dezembro 17, 2011

COLIBRI. Charles Fonseca. Poesia

COLIBRI
Charles Fonseca

Há esperança no futuro
Se teu amor, mel de uruçú,
Me adocica o passado fel
E o meu céu se torna azul.

Adoça, mulher amada,
Minha vida de acauã.
Faz-me terno colibri
A beijar-te, cada manhã!

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