Charles Fonseca
segunda-feira, novembro 02, 2026
Sou poeta do intangível. O real não anda perto. Stou de mãos dadas, o beijo presto. Ela me entende. Stamos hirtos. As pernas tremem. A paixão em cataratas. Descem as águas. Ao mar. Onde há sussurros. Agitos.
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