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segunda-feira, janeiro 09, 2012

AO CAIR DA TARDE. Charles Fonseca. Poesia

AO CAIR DA TARDE
Charles Fonseca

Meu filho quero morrer,
Disse-me o pai à varanda
De onde o mar a vista alcança,
Meu pai, quão bom é lhe ter,

Disse-lhe, pai de bondade!
Chuviscava, céu nublado,
Dois choravam e conturbado
Ninguém viu, só eu, que tarde!

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