quarta-feira, julho 19, 2017

Espia. Charles Fonseca. Prosa

Quase que ocorreu. Noite negra São João. Inda lembro como então. Ainda não já morreu. O rio passava manso. A meninada dormia. Mais ninguém à espia. Só a morena no avanço.
Junta então os dois leitos. Faz que vai e que vem. Bastava os dois no eito. A razão pára, espia.