terça-feira, abril 11, 2017

Apagão. Charles Fonseca. Poesia

APAGÃO
Charles Fonseca

A vista escureceu, era o apagão
Do sonho que morreu, o poeta foi-se
Cobriu-se de cinzas, renascente pôs-se
De novo a viver, aos versos então!

Versões velhas em que acordado sonha,
Fugindo ao seu delírio fantasia cria
Do seu primeiro amor, segunda via,
Quer ele nova vida, versos componha!