quarta-feira, março 01, 2017

A lágrima cristalina. Charles Fonseca. Poesia

A LÁGRIMA CRISTALINA
Charles Fonseca

Chora meu peito de amante
A minh'alma sem sossego
Chora de ti o degredo
Em lágrima diamante

Que bóia triste e rola
Pela face, cristalina,
Saudade de ti, menina,
Neste meu verso que chora.