quarta-feira, julho 20, 2016

Destino. Charles Fonseca. Poesia

DESTINO
Charles Fonseca

O destino desfolhou
um amar no corpo físico
querer bem na alma tísico
o poeta em sua dor

ficou só a ver navios
ancorado beira cais
da tristeza e quer mais
uma chama mil pavios

mantenham a luz seu olhar
na noite escura chama
beijá-la ao pé da cama
cobri-la beijos sem par