quarta-feira, junho 22, 2016

Jurerê. Charles Fonseca. Poesia

JURERÊ
Charles Fonseca

Que belo o moreno, cale-se,
Que cálice em mel torne-se,
Que molhem-se os corpos brinque-se,
Que brincos balanço torne-se,
Que em juras de amar viva-se,
Que a Jurerê outra vez volte-se.